No fim do Ramadã existe um feriado de 3 dias no Catar, chamado Eid. Praticamente todos os expatriados residentes em Doha programam alguma viagem nesse período, para aproveitar os dias de folga, claro – ficar em Doha em um feriado desses seria monótono demais. Mas o ideal é pegar mais uns dias de férias para fechar a semana inteira de folga, e foi exatamente o que o Cris fez. Pensamos em alguns lugares possíveis para ir, e como encontramos passagens aéreas para a Grécia por uma tarifa bem razoável na Gulf Air, não pensamos nem duas vezes.
Nossa viagem para a Grécia começou no dia 18 de setembro: o vôo saiu de Doha às 7:00am, fizemos uma conexão rápida no Bahrein, e em torno de 15:00pm chegamos no aeroporto de Atenas. A Qatar Airways tinha vôo direto de Doha para Atenas, mas era muito mais caro e não compensava as 2 horas que iríamos economizar, então resolvemos voar de Gulf Air mesmo. Demoramos cerca de uma hora para chegar ao hotel de taxi, pois pegamos congestionamento saindo do aeroporto. Ficamos até preocupados achando que não conseguiríamos fazer o que tínhamos planejado para aquela tarde, já que os lugares a serem visitados têm hora para fechar ao público. Mas no fim da conta deu tudo certo. Às 16:30pm estávamos saindo do hotel indo em direção à Acrópolis.
O hotel, chamado Eridanus, fica muito bem localizado: não precisamos pegar metrô, ônibus ou táxi em momento nenhum, fizemos tudo a pé. Adoramos o hotel não apenas pela ótima localização, mas também pelo serviço e pelo próprio quarto: apesar de pequeno, tem um estilo de hotel butique, com todos os mimos que um hotel 4 estrelas oferece. Na cobertura do hotel há um restaurante com uma vista maravilhosa da Acrópolis, principalmente à noite, quando fica toda iluminada.
No inverno a visitação à Acrópolis é até às 17pm, e no verão até às 19:30pm – demos sorte por estarmos ainda no verão europeu. Fizemos a Acrópolis com calma, vimos o Pathernon e curtimos o visual da cidade lá de cima. Só foi uma pena não termos conseguido ir aos outros lugares que o ingresso à Acrópolis dá acesso, não deu tempo... Ainda mais porque cada ingresso custou 12Euros, meio salgadinho... Mas tudo bem, o que importa é que o lugar é lindo!
Saindo da Acrópolis fomos ao New Acropolis Museum, que fica praticamente ao lado. Construíram uma estrutura espetacular. Em alguns pontos o visitante caminha sobre um piso de vidro, e abaixo estão ruínas que podem ser vistas de cima, algumas vezes bem próximas, outras com alguns metros de profundidade. O projeto interno do museu simula a disposição do Pathernon, então temos uma visão de como era. As fotos que tirei foram na parte externa do museu, pois é proibido o uso de câmeras lá dentro. Teríamos feito apenas uma coisa diferente: ir primeiro ao museu, e depois à Acrópolis, pois visualizar e entender toda a disposição segundo as explicações dadas no museu, e depois passear pela Acrópolis associando o que aprendemos no museu com o “ao vivo e a cores” deve ser uma experiência mais interessante. Agora, se a visita for feita com um guia, aí imagino que seja ainda melhor.
Do museu fomos ao templo de Zeus, passando pelo bairro de Plaka no trajeto. Mas quando chegamos os portões já estavam fechados, então vimos apenas do lado de fora e até achamos que foi o suficiente, já que não tinha mesmo muito o que ver... Dá pra perceber na foto, tirada quando estávamos ainda na Acropolis.
Plaka é um bairro bem charmoso de Atenas, com vários restaurantes, cafés e lojinhas. Mesmo sendo aconchegante e gostoso passear por aquelas ruas estreitas e bem floridas, com mesas e cadeiras ao ar livre, eu achei uma coisa bem de turista – os restaurantes têm sempre uma pessoa na entrada falando em inglês tentando atrair os turistas, as lojas são todas de souvenirs e expõem as mesmas coisas... Pelo menos na parte de Plaka que passeamos, foi só o que vimos, e olha que andamos bastante... Ainda assim valeu a pena, afinal de contas, somos turistas, certo?
Um amigo do Cris, também um IM que conhecemos em Doha e hoje está trabalhando em Atenas, marcou de nos encontrar no Hotel Grande Bretagne, para “tomar uns drinks” no bar do terraço (as pessoas sempre marcam drinks em um lugar, e jantar em outro, ai ai ai...). O hotel fica na praça Syntagma Square, muito movimentada e com hotéis aparentemente chiquérrimos em volta.
Depois dos drinks fomos a um barzinho em Plaka, mas esse sim freqüentado por atenisenses – eu gosto mesmo de conhecer os lugares que os locais frequentam!
Depois dos drinks fomos a um barzinho em Plaka, mas esse sim freqüentado por atenisenses – eu gosto mesmo de conhecer os lugares que os locais frequentam!
Enquanto estávamos lá caiu uma chuva bem pesada, foi uma delícia sentir aquele cheiro de chuva novamente, depois de tanto tempo. Falando nisso, foi bom demais também sair de um lugar praticamente sem vegetação e de cor bege para cidades cheias de verde, folhas, flores, casinhas branquinhas com corrimões azul, vermelhos, laranjas... Cores vivas!
No dia seguinte, sábado, pegamos um ferriboat da Hellenic Seaways para Mykonos, saindo do Porto de Pireaus em Atenas. Foram quatro horas de viagem: deu tempo de dormir, ver filme no notebook e curtir o visual, principalmente nos pits stops feitos nas ilhas Siros e Tiros. Enquanto esperávamos o desembarque e embarque de passageiros em Siros, entraram no barco alguns vendedores de doces tradicionais gregos. Foi meio engraçado porque eles berravam coisas em grego, anunciando os doces, tomei até um susto no começo, sem entender o que estava acontecendo.
Adoramos o hotel de Mykonos, Mykonian Ambassador. Quarto gostoso, com uma vista linda, funcionários sempre sorridentes e solícitos e um café da manhã perfeito. Foi uma ótima experiência.
Pôr do sol da varanda do quarto do hotel
Mykonos é uma ilha pequena se comparada às outras ilhas da região, mas ainda assim é relativamente grande, e o hotel não ficava exatamente na cidade, mas ficava na praia Platys Gialos, e próximo de paradise e superparadise, as praias mais famosas. Andamos de ônibus nos primeiros dias e no último dia alugamos um quadriciclo para dar uma volta na ilha sem ter que ficar dependendo das linhas de ônibus, que são poucas e com lugar sempre disputado. Foi engraçado demais andar de ônibus lá: o motorista vai socando as pessoas pra dentro até não caber mais ninguém, otimizando todo o espaço disponível, kkkkk.
Pôr do sol da varanda do quarto do hotel
Mykonos é uma ilha pequena se comparada às outras ilhas da região, mas ainda assim é relativamente grande, e o hotel não ficava exatamente na cidade, mas ficava na praia Platys Gialos, e próximo de paradise e superparadise, as praias mais famosas. Andamos de ônibus nos primeiros dias e no último dia alugamos um quadriciclo para dar uma volta na ilha sem ter que ficar dependendo das linhas de ônibus, que são poucas e com lugar sempre disputado. Foi engraçado demais andar de ônibus lá: o motorista vai socando as pessoas pra dentro até não caber mais ninguém, otimizando todo o espaço disponível, kkkkk.
Na van do porto de Mykonos para o hotel conhecemos um casal de brasileiros, de Goiânia, que estavam em lua de mel. Nos demos tão bem que ficamos juntos durante todo o tempo que ficaram lá, uma nova amizade.
O Aurélio e a Michelle foram embora um dia antes de nós. Nessa noite, dia 21, eu e o Cris fomos à noite dar uma volta pela cidade e acabamos jantando em um restaurante italiano, chamado Barkia. Pedi de sobremesa um bolinho parecido com petit gateau, e comentei com o garçom que no dia 22 era aniversário do Cris – joguei verde pra colher maduro: o bolhinho veio com vela e tudo, com direito até a música (“happy birthday to you, happy birthday to you, happy birrrrth-day!”), foi ótimo. Depois ficamos em um pub chamado Caprice – era o único lugar que estava cheio de gente, e ainda assim nem tão cheio... Fomos no final da temporada, então os famosos clubs de paradise e superparadise já não estavam mais funcionando, e somente na cidade havia coisas mais movimentadas durante a noite.
O pôr do sol visto do nosso quarto foi maravilhoso, mas passar o fim da tarde em Little Venice é imperdível, o melhor lugar da cidade enquanto o sol está descendo no horizonte.
O Aurélio e a Michelle foram embora um dia antes de nós. Nessa noite, dia 21, eu e o Cris fomos à noite dar uma volta pela cidade e acabamos jantando em um restaurante italiano, chamado Barkia. Pedi de sobremesa um bolinho parecido com petit gateau, e comentei com o garçom que no dia 22 era aniversário do Cris – joguei verde pra colher maduro: o bolhinho veio com vela e tudo, com direito até a música (“happy birthday to you, happy birthday to you, happy birrrrth-day!”), foi ótimo. Depois ficamos em um pub chamado Caprice – era o único lugar que estava cheio de gente, e ainda assim nem tão cheio... Fomos no final da temporada, então os famosos clubs de paradise e superparadise já não estavam mais funcionando, e somente na cidade havia coisas mais movimentadas durante a noite.
O pôr do sol visto do nosso quarto foi maravilhoso, mas passar o fim da tarde em Little Venice é imperdível, o melhor lugar da cidade enquanto o sol está descendo no horizonte.
Fizemos um mergulho em superparadise. Na verdade, o barco saiu de paradise, onde fica a empresa de mergulho, e fomos navegando até superparadise. A experiência de poder mergulhar na Grécia foi legal, mas admito que achei o visual meio fraco... Muito monocromático, poucas cores e pouca vida. É provável que haja pontos de mergulho mais interessantes do que esse na região...
No café da manhã do dia 22, aniversário do Cris, o pessoal do hotel levou à mesa um bolo de chocolate, todo decorado, espumante e cantaram parabéns pra ele. Tadinho, o garoto ainda estava meio sonâmbulo e nem aproveitou direito a surpresa... Olha só a cara de amarelo da foto!
Nessa manhã fizemos check out do hotel e fomos rodar a ilha no nosso quadriciclo super possante (fraco que só, coitado!). O Cris bem que aproveitou para brincar um pouco...
Mykonos é muito linda, quem for à Grécia não pode deixar de conhecer. Além de a cidade ser super agradável, a ilha possui praias maravilhosas. Na minha opinião, o visual mais bonito foi o da praia de Panormos, ao sul da ilha.
Videozinho nos "labirintos" de Mykonos town:
Às 13 horas fomos para o porto, aguardar o catamarã para Santorini. O barco atrasou mais de uma hora... A idéia inicial era chegar em Santorini e ver o pôr do sol em Oia, mas não deu tempo por causa do atraso... Vimos o sol se pondo de dentro do ônibus, a caminho do hotel – ainda assim foi bonito!
Em Santorini, outro hotel espetacular! Fizemos reserva no Absolute Bliss, mas chegando lá fomos informados de que houve um problema no nosso quarto e nos mudaram para outro hotel. Para nossa surpresa, o novo hotel, Andromeda, era ainda melhor, heheh... Ficava na mesma região, Imerovigli, também tinha uma vista linda do vulcão, mas era mais luxuoso. Nos deram um mega upgrade: o quarto tinha até piscina semi-privativa na varanda! Que bom que houve esse problema com o primeiro hotel, kkkk!
Café da manhã da varanda... Chocolatinho quente naquele friozinho... Hummmm...
Café da manhã da varanda... Chocolatinho quente naquele friozinho... Hummmm...
De Santorini em diante ficamos na companhia do Raihan e da Meherin, um casal de amigos de Bangladesh, que também moram em Doha. Tiveram o mesmo problema no Absolute Bliss, e os colocaram em um quarto vizinho do nosso, com a mesma varanda e a mesma piscina – acabou que a piscina virou mesmo privativa!
Só para explicar: Absolute Bliss, Andromeda e outros hotéis vizinhos fazem parte da mesma rede de hotéis. A Sofia, gerente do Absolute Bliss, já sabendo que era aniversário do Cris, foi ao quarto logo depois do check in e levou uma torta para ele, também com direito a velinha! Foi o terceiro parabéns! Ela é uma simpatia só! No café da manhã do primeiro dia tivemos problemas e logo ligamos para ela, para relatar o ocorrido... Na tarde desse dia ela foi ao quarto, se desculpar pessoalmente, e ainda nos ofereceu uma garrafa de vinho. Abrimos já naquela hora, vislumbramos o pôr do sol da nossa varanda privativa (hehehe, só tirando onda!), e a convidamos para ficar conosco. E não é que ela ficou? Passamos um bom tempo batendo papo, jogando conversa fora!
A região do hotel, chamada Imerovigli, fica entre a capital Fira, e Oia, no extremo norte da ilha. Em Fira há um comércio interessante, com ruas estreitas e casinhas bonitinhas no estilo de Mykonos, porém com estilo que lembra mais uma cidade maior. Já Oia é mais aconchegante e achamos o clima mais parecido com o centrinho de Mykonos, com cara de cidadezinha pequena de verão.
Além de jantar em lugares gostosos e passear pelas vielas de Fira e Oia, em Santorini fizemos também um passeio de barco até o vulcão.
A caminho do porto, para o passeio ao vulcão. Para quem tem medo de altura, melhor fechar os olhos, rsrsrs...
O passeio no barco foi super agradável, mas acho que vale a pena só se for na parte de cima da escuna, como nós fizemos. No vulcão fizemos uma caminhada grande, subindo até a caldeira do vulcão. Mas a formação do vulcão é bem diferente do que estou acostumada a ver em filmes e fotos, não tem aquela aparência típica redonda. O guia até explicou porque é diferente, mas eu não lembro... sorry... De lá há uma vista linda de Santorini, de tirar o fôlego. Dá pra ver direitinho os bairros que se desenvolveram no topo das falésias, aquelas charmosas construções todas branquinhas contrastando com o marrom escuro dos paredões.
A caminho do porto, para o passeio ao vulcão. Para quem tem medo de altura, melhor fechar os olhos, rsrsrs...
O passeio no barco foi super agradável, mas acho que vale a pena só se for na parte de cima da escuna, como nós fizemos. No vulcão fizemos uma caminhada grande, subindo até a caldeira do vulcão. Mas a formação do vulcão é bem diferente do que estou acostumada a ver em filmes e fotos, não tem aquela aparência típica redonda. O guia até explicou porque é diferente, mas eu não lembro... sorry... De lá há uma vista linda de Santorini, de tirar o fôlego. Dá pra ver direitinho os bairros que se desenvolveram no topo das falésias, aquelas charmosas construções todas branquinhas contrastando com o marrom escuro dos paredões.
Santorini é outro lugar imperdível na Grécia. E olha que deixamos a ilha sem conhecê-la toda... Com certeza havia ainda outras coisas para ver.
Voltamos de Santorini, para Atenas, de avião, 45 minutos de vôo. Se fôssemos de barco, passaríamos o dia inteiro viajando, já que Santorini é uma das ilhas mais ao sul da Grécia. Achamos que seria um desperdício passar esse tempo todo dentro de um barco.
O vôo saiu do micro aeroporto de Santorini com alguns minutos de atraso, mas quando chegamos em Atenas conseguimos aproveitar bem o dia: pegamos o carro alugado no aeroporto, fizemos um malabarismo para colocar as 3 malas grandes no porta malas do compacto Nissan Note, e seguimos em direção às cidades de Epidavrus, Nafplion e Korinthos
O visual da estrada é delicioso, não sabia que na Grécia havia tanto verde assim próximo ao mar.
Em Epidavrus fomos ao sítio arqueológico de Asklepios, onde está o maior teatro antigo da Grécia. É impressionante. Do centro do teatro, onde há inclusive um ponto marcado, qualquer coisa que se fale é ouvida em todos os lugares, inclusive pela própria pessoa que está falando. Mas não é como se fosse eco, você ouve a própria voz em tempo real.
Asklepios foi um local muito procurado por enfermos devido às suas águas, conhecidas por curarem os doentes. Pelo que lemos foram desenvolvidos vários tratamentos em função dos banhos nessas águas. Havia até uma espécie de hotel para acomodar os doentes e seus acompanhantes, e certas áreas do complexo eram restritas apenas aos doentes.
Os meninos aproveitaram ainda para fazerem uma rápida disputa de corrida... kkkk... As cenas falam por si só, rsrsrsrs!
De Epidavrus seguimos para Napflion. Mesmo sem saber direitinho a direção da Pension Marianna, conseguimos encontrá-la rapidinho. Quando chegamos, a surpresa: uma escadaria enoooorme para chegar à recepção e aos quartos! As suítes ficam distribuídas em vários andares no morro, e que morro! Mas é muito agradável, gostamos da escolha: quartos aconchegantes, localização próxima ao centro e ao porto, não precisa pegar o carro.
Como nesse dia não almoçamos, chegamos esfomeados ao restaurante indicado por um dos donos da pensão. Foi engraçado, em mais ou menos 2 minutos devoramos o pão que, na verdade, deveria acompanhar a comida. A dica foi muito boa, a comida estava deliciosa, e não foi culpa da fome não, estava boa mesmo.
Acordamos cedo no dia seguinte, procuramos uma padaria para tomar o café da manhã, seguindo as recomendações do nosso amigo grego Dimitri, outro IM que também trabalha em Doha. Encontramos a padaria no faro, seguindo o cheiro do pão, acreditem! E que cheirinho gostoso... E vejam o que também fez parte no nosso breakfast: bolo de chocolate mais do que delicioso... nhami!
Check out feito, malabarismos novamente para encaixar as 3 malas no porta malas do carro, e seguimos para Korinthos e depois de volta a Atenas. Antes disso, visitamos o castelo de Napflion. Lá de cima a vista também é linda.
Em Korinthos há também ruínas, mas já estávamos meio cansados disso, e como os portões do sítio arqueológico eram vazados, dava pra ver tudo do lado de fora... preguiçosos... mas foi o que fizemos, rsrsrs. Passamos depois pelo canal de Korinthos, construído entre 1881 e 1893 para reduzir em 131 milhas náuticas a distância entre os portos localizados no Aegean Sea e Adriatic Sea. O canal tem 6,3km de extensão e a altura dos paredões vai até 79 metros.
Estava havendo uma maratona, 40 km, e um maratonista parou no meio de uma das pontes do canal pra tirar fotos, que beleza....
Estava havendo uma maratona, 40 km, e um maratonista parou no meio de uma das pontes do canal pra tirar fotos, que beleza....
De volta a Atenas, fizemos check in no hotel (novamente o Eridanus), descansamos um pouco e então saímos. Passamos no estádio próximo à Acrópole, que foi todo restaurado para as Olimpíadas de 2004, e subimos ao Lykavittos Hill para ver o pôr do sol.
Subimos de carro até o teatro Likavittos e então subimos a pé mais alguns metros até o topo do morro. Há também a opção de ir de teleférico até mais ou menos a altura do teatro, mas não valia a pena justamente porque estávamos devidamente motorizados. Lá de cima se pode avistar toda a cidade de Atenas, inclusive a Acrópole. Sentamos para jantar em um restaurante lá mesmo, vimos as luzes da cidade e da Acrópole se acendendo, um visual lindo.
Como não havíamos almoçado, devoramos mais uma vez a comida do jantar, um bando de esfomeados, heheh... Voltamos ao hotel e tomamos o vinho que o Raihan deu ao Cris no seu aniversário. Mas é claro que fizemos isso no terraço do hotel, com a Acrópole bem na nossa frente. Posso dizer que fechamos com chave de ouro nossa passagem pela Grécia – um ótimo vinho grego, na companhia de ótimos amigos, com um visual maravilhoso a poucos kilômetros de distância.
Tudo o que experimentamos da culinária grega gostamos: fetta cheese, greek salad, cheese pie, cheese bread, carne moída e arroz enrolados em folha de uva, um tipo pastelzinho de carne, e outras coisas que não lembro agora. Até a pizza ao estilo grego estava uma delícia: com fetta cheese, tomates, azeitonas e outras cositas. Ficou faltando o famoso musaka, mas tem carne de porco e não gosto...
Bom, pela quantidade de vezes que usei nesse texto as palavras lindo, maravilhoso, ótimo, etc., dá pra perceber o que foi nossa experiência na Grécia! Amamos!
PS 1: Atenas é toda grafitada, impressionante!


PS 1: Atenas é toda grafitada, impressionante!
PS2: Deviam fazer um censo de cachorros e gatos no país... Tanto no continente, quanto nas ilhas, eram gatos e cachorros para todos os lados, detalhe que todos com coleiras!
PS3: Como todos bem me conhecem, tirei mooooitas fotos... Fico devendo ainda o álbum completo, assim que ficar pronto faço um novo post com o link!
9 comentários:
Oi Ju,
Que bom que vc gostou das minhas dicas. Os hotéis são maravilhosos, neh? Aliás, é difícil dizer o que é melhor. Simplesmente, tudo lindo e perfeito! Pena que vcs não puderam ir para as baladas de paradise e superparadise. TUDIBOM!
Bjos pra vcs!
Quel
É verdade, Rachel, esqueci de colocar os créditos! Eridanus e Mykonian Amb foram indicações suas! Além das ajudas sobre o que fazer em Atenas, heheh! Obrigada! Beijinhos
Começou o Heroes (4º temporada) e lembrei de vocês, hehehe
Aê Ju, já, já vocês estarão abrindo uma empresa de turismo!! Estão conhecendo todos os lugares possíveis, que legal!
Agora, não fica chateada com o mergulho não. Se foi de dia, normalmente é meio monocromático mesmo, já que prevalece o azul do mar. Agora, se quiser ver muitas cores, tem que começar a praticar mergulho noturno, daí a luz da lanterna mostra realmente todas as cores dos corais, etc.
Manda um abraço pro Cris e já vai colecionando as dicas do blog pro livro de turismo, hehe.
Beijos
Rodrigo (Serran)
Oi Ju, amei as fotos! Tudo muito lindo! Saudades... Amamos voces!
Beijos
Gabi
Muito legal!!!
Ta ficando profissional no Blog tambem!! Voces que gostam de mergulhar iriam ficar loucos com os lugares aqui perto na Malasia, Tailandia e Philipinas!!
A grecia é muito bonita mesmo, o legal disso que além da beleza da paisagem a herança cultural deles para o mundo ocidental é simplesmente tremenda.
Nao sabia que o niver do Cristiano era perto do meu, Feliz Aniversario atrasado para ele!!!
Abraçao
Oscar
Júuuuuuuuuuuuuuuuuuu
Ai que bom, ler essa experiência de vcs.. tudo muito bem explicado pra gente ter uma noção de como deve ser maravilhoso a Grécia!!!
Como o post foi um pouquinho extenso, tiver que ler em duas parte e terminei só agora...hehehe
Outro comentário que não posso deixar de fazer... a foto que o Cris tá de joelhos segurando sua mão... vc ficou com os pernõesssssssssssssss...hauhauhauahau
Bju Jú!!!!
Gi
Ju,
Amei, amei, amei! Que lugar lindo!
Que pena que o mergulho foi sem graça... talvez tenha faltado indicação de um ponto melhor, né? Mas acho que o visual da superfície compensou tudo!
Bjos e saudades!
Renata.
Espetacular!!!
Que viagem Linda!
Vocês merecem!
Abraços,
Tiago, Beta, Lipe e Lulu
Eita vidinha mais ou menos.....
Parabéns pela viagem, deve ter sido realmente maravilhosa!
Estou com saudades!
Beijos Ziza
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